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SE EU TIVESSE UM DÓLAR, INVESTIRIA EM PROPAGANDA

Esta frase é de Henry Ford, um dos empreendedores mais sábios e mais ricos do mundo.  Há muito tempo ele já reconhecia o poder da publicidade para o sucesso de uma empresa.

Desde a criação do seu primeiro carro de corridas, o Sweepstakes – em 1902 – até hoje, muita coisa mudou! Mas a essência da compra e venda continua a mesma. Homens e mulheres são movidos por necessidades e desejos em busca de produtos e serviços.

Todos os dias, nos mais diversos espaços do nosso planeta, as negociações de produtos e serviços alcançam números inimagináveis! Você, que agora está lendo este texto, comprou ou vendeu algo hoje? Se não o fez, ainda o fará neste dia!

E o que leva uma pessoa a escolher entre um produto e outro? Entre uma marca e outra? Entre uma empresa e outra? Preço? Qualidade? Atendimento?

Pesquisas mostram que a escolha é feita pelo valor percebido pelo cliente. E, no valor percebido, estão inseridos todos os itens mencionados – preço, qualidade, atendimento – e muito mais!

Este muito mais, que normalmente é o fator decisivo na escolha feita pelo cliente, é percebido emocionalmente, é intangível. É a simpatia do cliente por aquela marca, é a relação que ele criou com ela – ou melhor – que ela criou com ele.

Este é o verdadeiro papel da publicidade: criar vínculos com o mercado. Criar relação de afeto, de simpatia, de afinidade. A marca que consegue criar este vínculo tem a preferência do cliente, mesmo que o preço seja maior que o da concorrência.

Se você tem alguma dúvida sobre isso, imagine-se em um mercado fazendo compras. Você precisa de sabão em pó, maionese, sabonete, cerveja e café. Pensou nas marcas, não é mesmo? E, provavelmente vai comprar aquelas que conquistaram você.

E como você acha que elas conseguiram esta conquista? Claro! Através da publicidade que fizeram. As propagandas das marcas que você imaginou criaram em sua mente várias percepções positivas, levando você a preferi-las em suas compras.

Você pode ter o melhor produto e o melhor serviço. Mas se não divulgar, como as pessoas ficarão sabendo? E, o mais importante: é preciso saber falar com o público, usar uma linguagem correta e tocar-lhe o coração!

por Sanny Quintana

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